5 Dicas simples para ser mais saudável

5 Dicas simples para ser mais saudável

Projeto Verão
Projeto Verão

Hoje em dia cada vez mais estamos preocupados com a nossa saúde e bem estar, as vezes nem imaginamos que hábitos simples podem nos ajudar e muito nesse grande objetivo. Pensando nisso, preparamos esse texto com 5 dicas simples para ser mais saudável e alcançar uma melhor qualidade de vida.

  • Pense um pouco em suas refeições

Certa vez fui a uma palestra do famoso Dr. Dráuzio Varela em que ele disse a seguinte frase: “comida boa e saudável é aquela que sua Vó faz”, ele continuou explicando que muito além de pensar nas dietas da moda, cortar o glúten, dieta low carb, e outras dietas malucas, o importante é pensar e comer a maior variedade possível, obviamente com moderação.

Ou seja, não precisamos cortar tudo ou seguir dietas mirabolantes propostas pelo blogueiro famoso, devemos apenas prestar mais atenção no que estamos consumindo.

  • Priorize a qualidade do seu sono

Parece uma coisa óbvia, mas estamos na correria do dia a dia que as vezes não prestamos atenção no que pode estar prejudicando nessa hora que deveria ser sagradas (risos). Mas pequenas mudanças podem nos ajudar e muito nessa hora.

Não fique em eletrônicos cerca de meia hora antes de dormir, priorize atividades mais calmas como ler, por exemplo. Evite refeições pesadas antes de ir para cama, mais uma dica da sua Vó que você precisa voltar a seguir se quiser ter uma qualidade de vida melhor.

  • Se exercite!

Achou que um texto desses não tocaria no assunto exercício físico? Pois achou errado, que mesmo tendendo a ser sedentário, temos que reconhecer que exercitar faz um bem enorme.

Desde que o humano não precisou mais correr e ser esforçar para ter a própria comida o exercício físico tem sido um desafio pra todos.

Mas não precisa ser um maratonista ou um super atleta, um pouquinho já vai bem, caminhadas diárias no parque perto da sua casa, um passeio diário de bike, mas trate isso como uma boa rotina.

Tem um texto interessante que li recentemente dando umas dicas para os sedentários de plantã, confere lá: www.dayoffclub.com.br/4-dicas-para-o-projeto-verao/.

  • E como anda sua saúde mental?

Essa é outra coisa simples que não paramos para prestar atenção, a nossa saúde mental, que no fim do dia é quem somos nós, não é mesmo?

Atitudes simples podem fazer toda diferença, tirar alguns minutos por dia desconectados, sem contato nenhum com as redes sociais, ou redes de ansiedade podem gerar um bem enorme.

Alguns minutos de auto questionamentos sadios podem te proporcionar imenso autoconhecimento.

  • Veja o copo meio cheio

Pessoal, juro que não é clichê, mas veja o copo meio cheio sempre que possível, o tempo todo acaba ficando meio chato até, mas vale a pena fazer esse exercício. O pessimismo vai te corroendo aos poucos, não faz bem nem a você nem para quem estiver a sua volta, então busque vero lado bom de cada experiência, no mínimo ficou o bom aprendizado para não errar mais.

Enfim gente, espero ter contribuído um pouquinho para que vocês tenham uma vida um pouco mais saudável, e consequentemente mais feliz.

Como se preparar para uma corrida de rua?

preparar corrida rua

Nem mesmo uma, aparentemente, simples corrida de rua pode prescindir de uma boa preparação. Isso porque ela enquadra-se na modalidade “Atletismo”, e, portanto, deve sujeitar-se às regras determinadas pela Confederação Brasileira de Atletismo (CBAT) e pela Associação Internacional de Federações de Atletismo (IAAF).

Do distante séc. XVIII (quando surgiram para o mundo, por intermédio dos trabalhadores ingleses), até os dias atuais, as corridas de rua não pararam de adquirir adeptos, muito por conta da sua combinação atividade física x ar livre — uma combinação cujos efeitos expandem-se por todas as dimensões de um indivíduo: físicas, mentais e espirituais.

Hoje, são mais de 100 corridas de rua promovidas em quase todos os continentes durante o ano, e praticadas por indivíduos de todas as idades, gêneros e classes sociais.

No entanto, como qualquer tipo de atividade física, a corrida de rua também exige uma preparação específica. E, nesse caso, ela deve ser elaborada de acordo com os seguintes critérios:

A preparação básica para uma corrida de rua

Dê preferência aos treinos na rua

Uma técnica, aparentemente óbvia, mas que ainda é recomendada pelos grandes especialistas nessa modalidade, é realizar os treinos em um ambiente externo (de preferência que simule o relevo, clima e demais condições geográficas do local onde se dará a corrida).

Dessa forma, o praticante não será surpreendido por possíveis condições adversas, sem contar que irá para a prova já com o ritmo de um corredor de rua.

Utilize o tempo como base e não a distância

Esse é um erro muito comum cometido por iniciantes durante as primeiras semanas de preparação para uma corrida de rua. Eles acreditam que devem, por exemplo, dedicar todo o seu esforço durante os treinos para atingir distâncias cada vez maiores.

Mas isso é um erro, de acordo com a maioria dos professores de educação física. O ideal, segundo eles, é trabalhar em função do tempo, que deverá ser cada vez menor para a mesma intensidade de treinamentos. Somente dessa forma é possível encontrar o ritmo ideal durante a prova.

Desenvolva uma planilha de treinamentos

Utilizar uma planilha de treinamentos ajuda a personalizá-los e garantir o máximo de aproveitamento dos dias que antecedem a corrida.

Elas, por exemplo, contêm treinos específicos para iniciantes que irão aventurar-se pela primeira vez nos desafiadores circuitos de rua.

Esse tipo de treino não dura mais que 30 dias, sempre entre 2 ou 3 vezes por semana, até que se sinta apto a saltar para a fase de “corredor praticante”.

Estes, por sua vez, são aqueles que já possuem experiências anteriores em corridas de rua. Eles já realizaram trajetos de 5km, e agora pretendem testar, ainda mais, as suas capacidades.

Também, nesses casos, os treinos duram em torno de 30 dias, entre 2 e 3 vezes por semana, porém com uma duração maior para as corridas e caminhadas.

Escolha um bom calçado

Entre os inúmeros detalhes que compõem a melhor preparação para uma corrida de rua, está o uso do calçado adequado para provas que podem estender-se por 5km, 10km ou até por 1 dia inteiro.

Logo, o calçado ideal deve ser leve, confortável, baixo e capaz de absorver um impacto que pode ser de até 3 vezes o peso do seu próprio corpo.

Proteja a sua pele

Pelas suas características, uma corrida de rua pode ser disputada nas condições mais adversas, desde temperaturas elevadíssimas, até ambientes abaixo de 0°C.

Portanto, a proteção para a pele pode, sim, ser considerada uma das etapas da preparação de um indivíduo para uma corrida de rua.

Aqui o recomendado é o uso de protetor solar com FPS de no mínimo 15, ou de acordo com as características de cada um.

Em treinos e corridas com temperatura ambiente, dê preferência para os shorts, calças leggins, saia, regata, tops, óculos escuros, bonés, viseiras, monitor cardíaco, entre outros acessórios.

Hidrate-se!

Por fim, a hidratação! Esta deve ser uma companheira inseparável, tanto nos treinos como na corrida em si.

Meio litro de água, 2 horas antes da corrida e dos treinos, é o recomendado. No mais, é repor durante a prova (ou assim que houver sede), entre 150ml e 350ml a cada 20 minutos.

Especialistas garantem que a preparação para uma corrida de rua é responsável por pelo menos metade do êxito durante a prova. Mas, e para você, como fica essa porcentagem? Deixe a resposta por meio de um comentário, logo abaixo.

SUS conheça os mais conceituados do Brasil

sus mais conceituados

O Sistema Único de Saúde dá direito a qualquer cidadão brasileiro se consultar em hospitais, e ambulatórios de forma gratuita. Existe um padrão de avaliação de hospitais feita pela Organização Nacional de Acreditação (ONA).

Essa organização verifica e avalia a qualidade dos serviços prestados, além de ver a estrutura, e a higienização presentes no hospital. A organização além de avaliar tem como objetivo valorizar a saúde pública no país. Confira alguns dos melhores hospitais presentes na lista.

 Hospital Regional do Baixo Amazonas (Santarém, PA)

O hospital já ganhou diversos prêmios pela qualidade do seu serviço prestado para a população, seus conceitos humanizados vão de acordo com todas as diretrizes do Sistema Único de Saúde. O hospital é referência no Norte do país, pois foi o primeiro a obter o certificado máximo de qualidade.

O hospital possui 144 leitos, além do serviço ambulatorial. Entre suas especialidades temos o serviço de: Clínica Médica, Cirurgia Geral, Cardiologia, Cuidados Intensivos, Ginecologia, Oncologia, Ortopedia, Pediatria, Urologia, Infectologia entre outras. O hospital também realiza exames, desde os mais simples aos mais complexos. Tratamentos podem ser realizados também pelo hospital.

Hospital Municipal de M’Boi Mirim (São Paulo, SP)

Esse hospital municipal se tornou referência pela sua alta qualidade, atendendo pelo menos meio milhão de pessoas, de municípios paulistas. As instalações do hospital são novas, e os equipamentos de alta tecnologia. O hospital realiza serviços de urgência, emergências e realização de exames para crianças e adultos.

Suas instalações contam com salas cirúrgicas, pronto – socorro, unidade de terapia intensiva para adultos, e unidade de terapia intensiva pediátrica. O hospital também presta o serviço de maternidade.

Você pode contar com as especialidades de cirurgia, clínica médica, pediatria, psiquiatria, traumatologia e ortopedia.

Hospital Regional de Cotia – HRC (Cotia, São Paulo)

O Hospital Regional de Cotia tornou-se referência por cumprir todos os requisitos presentes na política do SUS. O hospital conta com pronto socorro, internação, unidades de terapia intensiva e consultas ambulatoriais.

Foi vencedor de vários prêmios por anos consecutivos, provando a cada ano a excelência em seus serviços para a população.

O hospital possui 148 leitos de internação, e as especialidades são muitas como: pediatria, clínica médica, cirurgia geral, ortopedia, oftalmologia, cardiologia, entre outros

O hospital conta com uma equipe multiprofissional que atende os pacientes no físico, no social, e no psicológico.

Hospital Regional Público da Transamazônica – HRPT (Altamira, PA)

Desde quando foi inaugurado o hospital localizado em Altamira, já se destacou pela variedade e complexidade dos serviços prestados, todos com qualidade e equipamentos de alta geração. Além de tudo o hospital seguiu as diretrizes do Sistema Único de Saúde, tornando o tratamento humanizado para os seus usuários, que em pesquisas de satisfação só sabem falar bem do hospital.

Por essa combinação que o hospital recebeu prêmios e boas classificações, tornando- se assim referência em todos país. A unidade atualmente atende cerca de 500 mil habitantes.

Internações, pronto atendimento, exames e cirurgias são um dos serviços prestados. O hospital oferece as especialidades de neurologia, cardiologia, clínica médica, cirurgia geral, ortopedia, endocrinologia, entre outros.

Além dos médicos o hospital também conta com uma equipe multiprofissional.

Hospital Geral de Itapecerica da Serra (Itapecerica da Serra, SP)

O Hospital Geral de Itapecerica da Serra localizado no interior de São Paulo também é conhecido pela alta humanização com os pacientes. Atuando na promoção, prevenção da saúde, além dos procedimentos emergências, ambulatoriais e cirúrgicos.

Os prêmios que o hospital já recebeu foram muitos. A qualidade do seu serviço prestado para a população que mora mais afastada da região central de São Paulo tem sido modelo para vários hospitais.

O hospital possui 222 leitos de internação, realiza cerca de 650 cirurgias mensais além de 180 partos por mês, para manter toda essa estrutura o hospital conta com cerca de 1.300 funcionários.

As especialidades disponíveis são: pediatria, clínica médica, cirurgia geral, ortopedia, ginecologia, obstetrícia, cardiologia e endocrinologia.

Além de possui uma equipe multidisciplinar como manda os princípios do SUS.

Infelizmente como podemos ver na lista os melhores hospitais estão um pouco concentrados em algumas regiões do país. Mas a lista é um claro exemplo que muita coisa no Sistema Único de Saúde funciona tão bem, ou até melhor que serviços prestados em hospitais privados.

O que te faz ganhar mais peso

À parte um metabolismo em rápido adormecimento, a culpa principal são as suas escolhas dietéticas.

Tem aqui muito para aprender e perceber a teoria clínica que explica porque fica com peso a mais, mas gostaria de voltar a referir os factos sobre a “evolução” debatidos anteriormente.

Com o tempo, evoluímos muito nos nossos hábitos alimentares. A mudança do período em que éramos caçadores para passarmos a agricultores, implicou três mudanças fundamentais – um estilo de vida mais sedentário, alimentação farta à escolha e uma mudança radical na nossa dieta. De alimentos que eram naturalmente benéficos na manutenção do peso correto, passamos para uma época de refeições “mais fáceis”e mais rápidas de conseguir e nos fornecem alimentos que fazem com que eventualmente ganhemos peso.

Em suma, aquilo que não faça parte de uma dieta “natural” é mais que certo que nos vai fazer ganhar peso. Quando digo natural não estou necessariamente a dizer que deve ir por aí fora desenfreadamente à procura de caça, ou vá colher fruta aos pomares, ou mesmo que cultive vegetais frescos no seu quintal (embora se tiver espaço para isso, porque não fazê-lo?…). Em vez disso, a ideia é concentrarmo-nos no que é “natural” para os nossos corpos, e cultivarmos isso.

O seu peso natural

Vou dar-lhe uma notícia chocante – a condição natural dos seres humanos é não terem peso excessivo.

É verdade que geneticamente há alguns indivíduos com predisposição para reterem mais gordura e outros mais escorreitos, mas mesmo que se aceitem tais variedades, a ideia geral é que nós não somos naturalmente gordos.

Em vez disso, a condição ideal (natural) para um corpo humano é manter-se equilibrado com o peso ideal através de uma dieta saudável e um exercício regular.

O peso natural é o do corpo ideal – nada que seja forçado ou conseguido artificialmente. O que atualmente se considera artificial é o seu peso corrente, especialmente se for excessivo.

Existe uma transformação profunda entre o paradigma atual sobre o que se considera normal pensar-se sobre a responsabilização de se ter peso a mais, e o enfoque na sua redução até se chegar ao “ideal” no peso desejado. Já não se trata só de começar a ver-se livre do peso adicional – está-se também a remover o peso obtido “artificialmente” graças aos maus hábitos alimentares (que lhe vou ensinar a alterar mais à frente nesta série) e a lutar para fazer regredir ao peso natural do seu corpo.

Uma vez que comece a aceitar este princípio, vai verificar também que se torna muito mais fácil manter-se no peso ideal quando lá chegar – isso torna-se natural e adequado ao seu corpo.

Alimentos Gordos

As gorduras são a preocupação principal de quem quer perder peso – o tema de muitas dietas é evitar alimentos gordos, escolhendo as modalidades “light” (leite magro, iogurte de baixas-calorias, bebidas “diet”) e geralmente adotam uma dieta com baixo nível de gordura.

Há uma boa razão para tudo isto – a grande culpa dos problemas de peso atuais reside nos açúcares refinados e nos alimentos “fast-food” cheios de gordura. Tem tendência para os doces (quem não tem)?

A menos que possa manter um controlo apertado sobre os seus desejos (ou encontre alternativas apropriadas), isso é complicado. Gosta de “fast-food”? Outro problema que tem de enfrentar e encontrar alternativas baixas em gordura, doutra maneira terá problemas de peso a muito curto prazo.

No entanto, a gordura só por si não é pecado – em excesso é que nos causa tantos problemas. Os nossos corpos necessitam de gordura para funcionar corretamente – geralmente entre 15 a 20 por cento da nossa dieta. Em determinadas proporções, até pode realmente ser boa para nós.

O objectivo que se pretende é este: concentre-se em reduzir a gordura da sua dieta (em vez da excessiva condenação “do índice de gordura” de cada alimento e a tentativa de a eliminar por completo da sua dieta). Como sempre, a chave está em manter-se um equilíbrio. Apesar de tudo, os nossos antepassados caçadores consumiram uma quantidade considerável da gordura animal – no entanto o resto da sua dieta era variado e equilibrado o suficiente para os ajudar a manterem o seu peso natural.

Lute contra os hidratos de carbono

Surpreendentemente, os alimentos gordos não são o único problema com que se debatem aqueles que só têm “um bocado de peso a mais” – digamos para aí uns 5 ou 8 quilos para além do que considerariam o seu peso natural. Em vez disso, independentemente do que quer que fizessem, nada os levaria a fazer reduzir o seu peso depressa, a menos que enveredassem por uma privação radical da comida ou pelo menos o exercício suplementar de uma hora diária.

O problema reside na falta de informação

Com o objectivo de eliminar/reduzir a gordura das nossas dietas, a maioria dos “especialistas” recomendam imediatamente que os interessados se concentrem na perda de gordura – desprezando qualquer atenção ao facto de que qualquer excesso efetuado nos outros dois factores (hidratos de carbono e proteínas) contribuirão só por si para um problema sério na saúde e no peso.

Os hidratos de carbono são uma parte essencial de uma dieta saudável (bem como as proteínas e gorduras). No entanto, os alimentos processados de hoje, contêm uma quantidade extraordinária de hidratos de carbono – consequentemente, verifica-se uma frequente substituição das gorduras para se cair na armadilha dos hidratos de carbono.

Atualmente, pensamos fazer tudo o que podemos para perder peso, mas acabamos por ainda ganhar peso, devido a um excesso de hidratos de carbono na nossa dieta.

Se quiser perder peso (e mantê-lo inalterado), corte já com uma dieta elevada em hidratos de carbono.

Se comer alimentos processados, encontre outras alternativas que mesmo sendo agradáveis ao paladar, lhe forneçam menos hidratos de carbono do que os que substitui. Uma táctica comum com bons resultados na eliminação de hidratos de carbono em excesso, passa por alternativas à base de grãos completos – comer pão escuro e arroz integral em vez dos seus equivalentes brancos.

Isto é, naturalmente, mais fácil de dizer do que fazer. Os hidratos de carbono estão hoje presentes, em grande parte da alimentação que fazemos pensando que está correta – sumos, “snacks”, sobremesas magras e em quase tudo que é destinado a satisfazer a “gulodice”.

Então o que têm de mal os hidratos de carbono? Por um lado, os hidratos de carbono especialmente nos alimentos processados, são concebidos para nos darem quantidades imediatas de energia – isto é, que podemos usar de imediato na atividade física tal como em desportos ou numa sessão de treino físico. Se não for fisicamente ativo, os hidratos de carbono ficam armazenados como reserva pelo seu corpo para o futuro – em forma de gorduras.

Qualquer quantidade de hidratos de carbono que não seja consumida transforma-se em gordura.

Além do mais, uma dieta elevada em hidratos de carbono não enche tanto como uma dieta variada e equilibrada com fibras e proteínas. Consequentemente, pode sentir-se tentado a comer mais porque tem fome, apesar de já ter comido mais calorias do que as necessárias. Esta é uma faca de dois gumes.

Se não comer mais, sentirá que se está a martirizar a si próprio. Se ceder às tentações e comer mais, acabará por ganhar muito peso.

E tudo isto porque está a adotar uma dieta artificialmente elevada em hidratos de carbono.

Diminuindo a “Gordura” – Naturalmente

Isto soa-lhe como um aviso? Anteriormente falamos em realçar o que era “natural” para os nossos corpos em termos de dieta. Os hidratos de carbono formam uma parte reduzida dessa dieta natural, e são sempre compensados por proteínas, gorduras e fibras. Por outro lado, a dieta natural está destinada a um estilo de vida ativo – se não fizer desporto, ou não apreciar o exercício físico, então a pergunta é, o que deve fazer para cortar os factores prejudiciais da sua dieta?

Na próxima sessão, dir-lhe-ei não apenas o que deve comer, mas ainda como planear sua dieta, de modo a que possa efetivamente desenvolver um metabolismo eficiente para que possa perder peso.

Como acelerar seu metabolismo

Não utilizamos truques, nem fazemos falsas promessas – limite-se apenas e especialmente a pôr em prática, um sistema simplificado e natural de hábitos alimentares que levem a atingir o seu objectivo de perder o peso que tem a mais e conseguir obter o seu corpo ideal de modo efetivo.

A verdadeira responsável pelos nossos problemas de peso é a evolução dos nossos padrões alimentares – como evoluímos de caçadores para agricultores, os nossos hábitos alimentares e a nossa dieta transformaram-se, mas o mesmo não aconteceu ao nosso metabolismo básico ou às suas funções.

Como resultado disso o nosso metabolismo ficou num estado de permanente hibernação. O nosso trabalho agora passa por ensinar o nosso metabolismo a alterar este hábito que se tornou natural no processo evolutivo humano, para que em vez de permitir uma poupança de queima de calorias, aprenda a partir de hoje a fazer o seu metabolismo voltar a trabalhar naturalmente num processo que permita queimar as calorias adequadas e ajudar a que possa perder peso.

Precisa de ter isto sempre em mente:

Os nossos corpos não estão habituados a alimentar-se muitas vezes, limitamo-nos apenas a 3 refeições por dia.

Atualmente cada refeição é mais “pesada” – isto é, comemos mais de cada vez (mesmo que apesar disso estejamos a fazer menos refeições).

Os nossos corpos não estão habituados a comer alimentos com elevado teor de hidratos de carbono – é uma mudança drástica relativamente à dieta normal em proteínas e gorduras (com poucos hidratos de carbono, à excepção da fruta).

Os nossos corpos não estão habituados a ficar inativos.

Um facto importante para ter em conta é que a falta de exercício é apenas um dos quatro factores que afetam o nosso metabolismo – os outros três factores contribuem diretamente para o retardamento do metabolismo. Não apenas por isso, mas o objectivo principal do exercício num processo para perder peso, é queimar mais calorias e não aumentar a “taxa de queima”.

Assim, mesmo que não se exercite, se conseguir controlar e mudar os seus hábitos alimentares, poderá fazer inverter muitas da influências “negativas” do seu metabolismo. Vejamos quais as etapas específicas que pode fazer para conseguir isso.

A Perda de Peso como Paradigma

Construir um paradigma apropriado para um estilo de vida saudável é como criar os seus próprios alicerces para fazer mudanças a longo prazo nos seus hábitos alimentares e subsequentemente, dar ao seu corpo e a si mesmo, a oportunidade de manter o seu peso ideal durante tanto tempo quanto quiser.

Note que eu disse “um estilo de vida saudável” e não perder peso. Isto porquanto se se concentrar apenas em perder peso, isso transforma-se num objectivo de curto-prazo – o mesmo que qualquer outra dieta vulgar pretende conseguir. Uma vez que perca peso, não sabe qual o seu objectivo. Torna-se difícil manter esse peso sem ter um objectivo específico bem vivo e que lhe permita sem custo transformar-se de alguém com peso a mais para alguém saudável e confiante na manutenção do seu novo peso.

Contudo, o paradigma que estamos a seguir neste programa de perda do peso é simples (no entanto com implicações muito longínquas e profundas).

Há dois princípios nucleares:

  • Dê à sua saúde uma prioridade muito elevada.
  • Comece a construir um estilo de vida saudável, e siga-o à risca.

Isto agora pode parecer-lhe um exagero, mas aqueles dois princípios são as respostas adequadas à maioria das perguntas que irão ser efetuadas sobre este programa de perda de peso. A chave passa por se ser suficientemente flexível na rotina que implantar para que possa controlar as suas prioridades suficientemente bem, no que diz respeito a comer corretamente. Falaremos disto em detalhe numa sessão futura, mas por agora o importante é dar prioridade à sua saúde (não acima de tudo o resto, mas com a importância suficiente para que não seja menosprezada pelo trabalho, pela família ou pelo lazer) e ser flexível na sua rotina para ser capaz de enquadrar os seus novos padrões alimentares.

O segundo princípio é um compromisso firme na constituição de um estilo de vida saudável. Como se disse anteriormente, este programa não é apenas sobre perder peso – são meros meios para atingir um fim assinalável (um estilo de vida saudável). Isto é assim porque haverá sempre uma ênfase na criação de um compromisso permanente neste processo a longo prazo. Será capaz de perder peso seguindo as ideias aqui apresentadas , mas se não estabelecer um compromisso sério, regredirá para os seus “perigosos” hábitos alimentares – em suma, o seu metabolismo voltará à mesma velha rotina e uma vez que ele volte a retardar de novo, vai recuperar todo o peso perdido.

Coma com maior frequência

alimentos

Anteriormente (nesta sessão e também nas sessões precedentes) debatemos o facto de que quando comemos poucas refeições num dia (3 em vez de 4 ou 5) estamos programados para fazer com que o nosso metabolismo “pense” que o alimento é escasso. Isto faz por sua vez que o nosso metabolismo se atrase, queimando poucas calorias, provocando-nos mais ou menos fome e eventualmente, produzir um efeito amolecedor na nossa energia diária.

A cura para isto reside em inverter o processo e voltar para um padrão alimentar mais natural – isto é, em vez de comer de acordo com uma estrutura “socialmente aceite” (é mais fácil programar rotinas diárias de trabalho em volta de 3 refeições, em vez de fazermos vários intervalos para comer durante o dia) do pequeno almoço, do almoço e do jantar, devendo preferencialmente adotar um plano de 4 ou 5 refeições.

Geralmente, os leitores ficam confusos quando avanço estas ideias – e suas perguntas surgem geralmente à volta do seguinte:

  • Como poderemos encaixar 4-5 refeições no nosso dia de trabalho?
  • Se comer mais vezes não irei ganhar peso em vez de o perder?
  • Se já me é difícil conciliar o tempo para ter 2 refeições por dia com minha agenda tão carregada – como irei fazer para gerir 4?

Estas perguntas podem ser respondidas facilmente se pensar nas duas coisas principais de que falamos anteriormente em “A Perda de Peso como Paradigma”.

Basicamente, a ÚNICA razão por que não somos capazes de estabelecer um planeamento para comermos 4 refeições por dia, é porque não conseguimos estabelecer as prioridades essenciais da nossa saúde como o devíamos fazer. Em vez disso, concentramo-nos demasiado no trabalho, na nossa formação ou na família. Para mim, foi sempre um dilema difícil de resolver, escolher entre o trabalho e a família, até que me compenetrei de que não punha somente a minha saúde em risco, como afetava a minha produtividade no trabalho e passava significativamente menos tempo com a minha família.

Comer mais frequentemente é uma parte fundamental da manutenção de um estilo de vida saudável.

Porém, não valerá de nada (ou será inútil) a menos que siga escrupulosamente as ideias apresentadas a seguir (e também mais tarde nesta mesma série).

Coma Menores Quantidades

Comer quantidades menores é essencial para manter um estilo de vida saudável. Não apenas responde à pergunta “como perderei peso se comer mais vezes?”, mas reprogramando também o seu metabolismo para funcionar mais eficientemente. Comendo quantidades maiores (que apenas servem para o encher), transmitimos ao nosso corpo que o alimento é escasso e por isso comemos tanto quanto podemos (porque a refeição seguinte não está garantida). Em resposta, o seu metabolismo reage, queimando as calorias a um ritmo muito lento.

Isto só não nos prejudicaria se acontecesse uma vez por outra, mas como se torna num hábito prevalecente e parte integrante dos nossos padrões alimentares, faz com que eventualmente ganhemos peso – se comêssemos o mesmo, mas o nosso metabolismo começa a ficar mais lento, fazendo com que queimemos menos calorias e assim por diante.

Comer Saudavelmente

Parabéns – terminou uma parte fundamental deste processo. Aprendendo o “como” perder peso e implantar um estilo de vida saudável como uma parte muito importante do seu processo de perder peso. No entanto, necessita também de aprender o que pode comer, e especialmente, o que não pode comer, para que possa tornar eficaz todo o processo. Nas duas sessões seguintes iremos cobrir apenas isso. Faremos a revisão da “evolução” dos nossos hábitos alimentares para compreender que tipo de alimentos o fazem engordar e aprenderá o que o pode ajudar a emagrecer. Até lá, sugerimos que reveja bem a lição de hoje – para obter melhores resultados, imprima uma cópia em papel e destaque os pontos principais – isso será o seu guia para perder peso nalgumas das semanas seguintes.

Metabolismo lento e a perda de peso

O nosso metabolismo não está apenas mais lento – está gravemente adormecido!

Qual é o caminho que estamos a trilhar? Deixe-me recordar-lhe quais são os factos mais críticos que se nos apresentam:

Os nossos corpos não estão habituados a comer tão poucas vezes (3 refeições por dia) – isto retarda o nosso metabolismo porque o corpo é levado a pensar que vai ter acesso a menos alimentos (refeições mais frequentes mas menores quantidades) e queima consequentemente menos calorias durante o dia para armazenar energia.

Cada refeição atual é “mais forte” – isto é, comemos mais em cada refeição (mesmo pensando que estamos a fazer menos refeições). Isto é interpretado pelos nossos físicos como uma medida de segurança – uma ordem para que armazenemos energia. Essencialmente, desde que começamos a comer “mais” por cada refeição e com menos refeições no total, os nossos corpos interpretaram isto como um sinal de que os alimentos já são escassos – deste modo fazem com que o nosso metabolismo queime menos calorias. Ou seja refeições maiores e mais espaçadas, podem fazer com que ganhe peso mesmo que pareça que está a comer muito pouco.

Como nosso organismo esta acostumado

Os nossos corpos não estão habituados a comer dietas elevadas em hidratos de carbono – trata-se de uma transferência drástica relativamente à  dieta original em proteínas e gorduras (com poucos hidratos de carbono, excepto as frutas) e é interpretado por sua vez pelos nossos corpos como um sinal de que a nossa dieta “regular” não está disponível, pelo que os nossos metabolismos vão ter agora de ser reduzidos para uma velocidade mais lenta, a fim de conservar a “energia” até que possamos voltar à nossa dieta “normal”.

Quase que se pode dizer com isto, que esta mudança provocou no nosso metabolismo uma hibernação virtual!

Além disso, como os nossos níveis de atividade são hoje muito menores, não conseguimos “queimar” todo o conjunto de hidratos de carbono e as quantidades remanescentes vão-nos fazer aumentar vários quilos (mesmo que estejamos a consumir menos calorias do que é habitual).

Como a inatividade corporal não é uma estado natural – devemos exercitar-nos nem que seja por uma atividade ligeira -, pode levar a que o nosso metabolismo seja sobrecarregado e assim fazer com que

os corpos queimem mais calorias. Sem os mesmos níveis de atividade anterior (e como vivemos numa sociedade cada vez mais sedentarizada – o preço que pagamos pelo desenvolvimento tecnológico), queimamos menos calorias. Assim basicamente, os nossos metabolismos, por causa destas mudanças de hábitos alimentares, “estão a ser programados” para conservar as calorias. Ainda para mais a nossa falta da atividade física (desporto, exercício, trabalho manual, etc.) implica que estejamos a queimar muito menos calorias que ancestralmente.

Qualquer destes factos, poderiam ser controlados só por si. Se for pouco ativo pode provavelmente comer um pouco menos e mesmo assim controlar os danos, mas e se o seu metabolismo foi afetado seriamente pelas mudanças produzidas milenarmente nos hábitos alimentares, pelas dietas ricas em hidratos de carbono? Pode encarar seriamente a possibilidade de somente perder peso comendo menos (um processo que faça com que o seu metabolismo seja retardado mesmo a fundo e prejudique ainda mais o seu peso)?

O nosso metabolismo “tem sido forçado permanentemente” a conservar calorias, e os nossos hábitos alimentares são os culpados principais por via duma evolução social de milhares de anos. Esta é uma razão muito válida para justificar por que é recomendado o exercício como sendo o melhor método de perder peso – sem qualquer pressão externa no nosso metabolismo, não há mais nada nos nossos hábitos alimentares que possa retificar os desequilíbrios do nosso metabolismo, causados pelo desequilíbrio da equação basilar.

No artigo seguinte, falar-lhe-ei das etapas específicas que necessita percorrer para mudar os seus hábitos alimentares, recarregando o seu metabolismo de modo a que possa manter ou reduzir seu peso atual, quase sem se esforçar e à sua vontade. De facto, vou-lhe mostrar como perder peso de maneira segura fazendo apenas algumas pequenas mudanças no seu estilo de vida, tudo isto sem o obrigar sequer a fazer nenhum exercício.

Seu cardápio e a labirintite

Com ajustes na alimentação, é possível driblar as crises típicas desse problema que interfere no equilíbrio e na qualidade de vida de uma porção de gente

De repente parece que os pés perdem o apoio e o mundo gira, deixando o corpo desorientado no espaço. Não raro a tontura é acompanhada de um zumbido chato, surdez, náuseas, vômito, suor frio e palpitações. Para quem tem labirintite, como chamamos os distúrbios que acometem o labirinto, uma estrutura dentro da orelha, esses sintomas são familiares. E não é difícil entender por quê. Afinal, é nesse órgão que estão localizados os responsáveis por reger nossos centros de equilíbrio e audição. Logo, quando seu funcionamento é prejudicado, essas funções entram em pane, resultando nos infortúnios descritos acima.

comida para labirintite

A história complica um pouco na hora de apontar suas causas. Afinal, a lista é extensa: de doenças vasculares a disfunções hormonais, mais de 300 encrencas podem afetar o labirinto. “Na maioria das vezes os problemas ali são a campainha de alerta, e não o incêndio”, avisa Arnaldo Guilherme, otorrinolaringologista da Universidade Federal de São Paulo. Sendo assim, além de investigar o motivo do fogaréu, faz-se necessário controlá-lo para livrar o órgão de enrascadas. E, para isso, é bom ficar de olho em um fator pouco comentado: a alimentação.

Nesse quesito, um dos principais inimigos do ouvido interno é o açúcar, escondido não só em guloseimas como chocolate, sorvete e bolachas recheadas como também em pães, tortas, bolos e massas feitos com farinha refinada. “Quando o indivíduo tem alterações na maneira de processar os carboidratos, ingerir muito açúcar pode interferir nas estruturas do labirinto, fazendo com que ele mande mensagens erradas ao cérebro”, conta o otorrino Ítalo Medeiros, do Hospital das Clínicas de São Paulo.

Para saborear uma sobremesa sem riscos, o jeito é apostar no consumo de frutas como banana, abacaxi, maçã e pera. “Quem quiser um prato mais elaborado pode levá-las ao forno com um pouco de canela”, sugere a nutricionista Roseli Rossi, da clínica Equilíbrio Nutricional, na capital paulista.

O sal não fica atrás quando se fala nos perturbadores do labirinto, já que está relacionado ao aumento da pressão nos vasos. “Isso dificulta a irrigação e a chegada de nutrientes à parte interna da orelha”, explica Guilherme. O primeiro passo para brecar esse engarrafamento é trocar o condimento por temperos naturais, como alecrim, cebolinha, sálvia e salsinha. Depois, é preciso aprender a dizer não aos alimentos ricos no ingrediente, entre os quais estão os salgadinhos, empanados, sopas prontas e lanches de fast food, e dar preferência a opções mais saudáveis, como biscoitos com pouco sal e sanduíches cheios de vegetais.

A lista de itens que merecem atenção no cardápio de quem tem episódios de vertigem não para na dupla sal e açúcar. Segundo Rita de Cássia Guimarães, otoneurologista da Universidade Federal do Paraná, é fundamental evitar o consumo de alimentos que estimulem demais o labirinto, como a cafeína presente no café e nos refrigerantes, especialmente naqueles à base de cola, e a teína encontrada nos chás de plantas e ervas, sem contar o chimarrão.

Abdicar do cafezinho de uma hora para a outra não é tarefa fácil. Com isso, sua versão descafeinada até pode ser uma alternativa, ainda assim apenas nos períodos em que as crises estiverem controladas. Isso porque mesmo ela tem doses menores de cafeína. “Durante o tratamento, é melhor cortar de vez a substância”, frisa Medeiros. Nesses momentos, a recomendação é investir em chás de frutas. Já para ocupar o lugar dos refrigerantes, não tem conversa: a água de coco e os sucos naturais são os melhores candidatos.

Na turma dos excitantes labirínticos, é impossível deixar de mencionar as bebidas alcoólicas. “Elas podem causar uma intoxicação aguda e, assim, favorecer o aumento na densidade dos líquidos labirínticos. O resultado disso são vertigens agudas e intensas, vômitos e problemas na coordenação motora e nos reflexos”, explica Rita. Portanto, caro leitor que vez ou outra vê tudo rodopiar, na próxima happy hour com o pessoal do escritório, uma ótima pedida para driblar a zonzeira é tomar coquetéis e cerveja sem álcool em vez de um chope ou uma caipirinha — o gosto não é o mesmo, mas pelo menos o copo não fica vazio.

Vale deixar claro que os cuidados para se safar dos surtos de labirintite não ficam restritos à avaliação cautelosa daquilo que vai à mesa. Cultivar outros hábitos saudáveis é igualmente importante no combate às tonturas. Entre eles, os especialistas destacam aquele que é quase um mantra: comer a cada três horas. “O labirinto precisa de um aporte constante de glicose e oxigênio para exercer suas funções. Ficar de jejum, portanto, não é uma boa ideia”, comenta a nutricionista Roseli Rossi. Outra indicação clássica que não deve ser ignorada por quem tem o problema é hidratar- se com aproximadamente 2 litros de água por dia. “Ela é essencial para todas as reações biológicas que ocorrem no corpo”, diz a nutricionista funcional e personal diet Luciana Harfenist, do Rio de Janeiro.

Para completar, procure ficar longe do tabaco. O vício, como você já deve estar cansado de ouvir, só tende a lesionar o organismo. E para quem sempre vê o mundo girar a história é ainda pior: “Por causa da nicotina e de uma série de outras substâncias, o cigarro mostra-se tóxico para o labirinto”, conta a otoneurologista Rita Guimarães. Enfim, zelar por esse órgão não só torna os episódios de vertigem menos frequentes como também garante uma saúde de ferro.

Estrutura delicada

Segundo Rita de Cássia Guimarães, otoneurologista da Universidade Federal do Paraná, o labirinto possui uma irrigação sanguínea peculiar, proveniente de um único ramo arterial. Dessa forma, a nutrição inadequada das células presentes na região podem facilitar o desenvolvimento de doenças labirintíticas.

Se o problema é sintoma

Na maioria das vezes o labirinto só entra em parafuso por causa de doenças já instaladas no organismo. Conheça as principais e não dê bobeira

Hipertensão

O aperto nas artérias dificulta a chegada de sangue e nutrientes à orelha interna. A consequência, em longo prazo, pode ser a labirintite.

Hipotireoidismo

Quando o ritmo de trabalho da glândula tireoide diminui, o organismo todo sofre com a falta de energia. Inclusive o labirinto.

Colesterol e triglicérides elevados

Eles deixam o sangue mais espesso e, como os vasos próximos ao ouvido são fininhos, a circulação na área fica congestionada.

Diabete

O sobe e desce de açúcar no sangue é capaz de atrapalhar as tarefas desempenhadas pelo labirinto. Aí o sinal de alerta é a tontura.